Mais de 2.400 munições de fuzis e pistolas foram apreendidas, no último dia 16 de julho, em Itaborai, região metropolitana do Rio de Janeiro. O esquema envolvia um Cabo do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e criminosos do complexo do Alemão, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. “Faremos o que for necessário para resguardar a segurança do cidadão de bem”, comenta o representante do BOPE e um dos responsáveis pela investigação. De acordo com o Núcleo de Operações da Delegacia de Repressão ao Tráfico de Armas da Polícia Federal, responsável pela investigação, a identificação das munições desviadas somente foi possível pela colaboração da Companhia Brasileira de Munições (CBC). “As munições destinadas aos órgãos de segurança pública possuem uma marcação a laser no culote do estojo, que permite identificar seu adquirente. A partir das informações prestadas pela indústria foi constatado que as munições provenientes da PM estavam abastecendo quadrilhas armadas do Complexo do Alemão”, explica Salesio Nuhs, vice-presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam). Para Nuhs, o fato mostra à disposição da indústria em colaborar no combate ao crime organizado. “Imediatamente após a Superintendência Regional da PF do Rio de Janeiro ter oficiado a CBC solicitando a identificação da munição, enviamos um técnico para fazer a pronta identificação da munição. A cada ano investimos mais no desenvolvimento de novas tecnologias, para possibilitar a rastreabilidade das munições”conta Nuhs. Em maio, deputados que participam da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o tráfico de armas e munições, no Rio de Janeiro, estiveram na fábrica CBC, em São Paulo. Na ocasião Nuhs colocou à disposição dos deputados, técnicos da empresa para auxiliar a perícia policial na identificação de munições ilegais. “Toda munição vendida pela indústria para as forças de segurança são marcadas. Por isso conseguimos identificar a origem”, conclui. Gislene Rosa
Mais de 2.400 munições de fuzis e pistolas foram apreendidas, no último dia 16 de julho, em Itaborai, região metropolitana do Rio de Janeiro. O esquema envolvia um Cabo do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e criminosos do complexo do Alemão, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. “Faremos o que for necessário para resguardar a segurança do cidadão de bem”, comenta o representante do BOPE e um dos responsáveis pela investigação.
De acordo com o Núcleo de Operações da Delegacia de Repressão ao Tráfico de Armas da Polícia Federal, responsável pela investigação, a identificação das munições desviadas somente foi possível pela colaboração da Companhia Brasileira de Munições (CBC).
“As munições destinadas aos órgãos de segurança pública possuem uma marcação a laser no culote do estojo, que permite identificar seu adquirente. A partir das informações prestadas pela indústria foi constatado que as munições provenientes da PM estavam abastecendo quadrilhas armadas do Complexo do Alemão”, explica Salesio Nuhs, vice-presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam).
Para Nuhs, o fato mostra à disposição da indústria em colaborar no combate ao crime organizado. “Imediatamente após a Superintendência Regional da PF do Rio de Janeiro ter oficiado a CBC solicitando a identificação da munição, enviamos um técnico para fazer a pronta identificação da munição. A cada ano investimos mais no desenvolvimento de novas tecnologias, para possibilitar a rastreabilidade das munições”conta Nuhs.
Em maio, deputados que participam da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o tráfico de armas e munições, no Rio de Janeiro, estiveram na fábrica CBC, em São Paulo. Na ocasião Nuhs colocou à disposição dos deputados, técnicos da empresa para auxiliar a perícia policial na identificação de munições ilegais. “Toda munição vendida pela indústria para as forças de segurança são marcadas. Por isso conseguimos identificar a origem”, conclui.
Gislene Rosa









